Agenda – evento + minicurso

Olá pessoal!

Estou passando para convidá-los para uma festa que vai rolar no próximo domingo, dia 17/04/16. Estarei com a equipe do cartomantes de sara realizando consultas presenciais a um preço bem bacana.

Confira informações sobre o evento aqui.

E já estão abertas as inscrições para o próximo workshop de runas. Devido a grande procura e devido ao grande conteúdo e a dinâmica que rolou em nosso primeiro workshop decidi que deveria montar mais uma turma desta vez em três encontros e uma aula extra totalmente prática! Sendo o primeiro no mês de maio e as datas seguintes a escolher. Em nosso primeiro encontro abordaremos o que são runas, sua origem, mitologia nórdica e o primeiro Aett. Fazendo assim um curso bem dinâmico e interessante.

O que será abordado:
-O que são runas?
-De onde elas vêm?
-Mitologia nórdica
-Famílias rúnicas – Aetts
-Uso prático das runas
-Magia e terapia das Runas
-Oráculo
– Vivência para conexão com as runas

Valor do Investimento para o primeiro encontro:
R$86,00 (Ganhe no dia do evento um LINDO PRESENTE).

Valor do investimento para os terceiro e quarto encontros:
R$68,00 cada.

Valor do investimento para a aula extra:
R$86,00 (haverá uma surpresa nesta aula, um presente).

Formas de pagamento:
Pagamento antecipado (pagseguro) – VAGAS LIMITADAS – APENAS 6 PESSOAS! Os dois primeiros inscritos ganharam um presente diferenciado!

O encontro será na área de Pic Nic

Obs: O valor total do curso é de R$308,00 haverá um desconto de 5% para pagamento à vista.

Obs2: Datas previstas para os próximos encontros: 17/07, 21/08 e. 18/09

Inscrições via email: ligiaraido@yahoo.com.br

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Workshop – Mistérios das Runas – 12/03/16

Olá pessoal, estou passando para convidá-los para um workshop que irei realizar no próximo dia 12/03/16 no parque da Aguá Branca em São Paulo.

Neste workshop será abordado:

-O que são runas?
-De onde elas vem?
-Mitologia nórdica
-Uso prático das runas
-Magia e terapia das Runas
-Uso prático
-Oráculo

Valor do Investimento: R$80,00 (Ganhe no dia do evento um LINDO PRESENTE)

Pagamento antecipado (pag seguro) – VAGAS LIMITADAS – APENAS 7 PESSOAS!

O Workshop será na área de Pic Nic

Informações e inscrições envie um e-mail para ligiaraido@yahoo.com.br ou acesse minha página no facebookworkshop (2)

Ah! Também irei realizar uma vivência de conexão com as runas. Mas corre só restam 4 vagas!

 

Programa Karavana Karan 07/01/2016 – Carlos Karan e Ligia Raido

Segue o podcast da minha participação no programa Karavana Karan da MKK Web Rádio. #Enjoy.

Previsões para 2016

A cada estação do ano, ou festividade dentro do calendário pagão eu gosto de fazer uma leitura das runas.  Sempre faço de modo particular ou ainda para amigos e quem estiver celebrando essas datas comigo, como estou trabalhando com consultoria online neste fim de ano resolvi abrir essas leituras para o público, espero que aproveitem.

Abraços e boas festas!

Leitura referente ao solstício de verão. As previsões ou orientações e uma poesia (sim, eu escrevo!).

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Previsões para 2016 – Ano regido pelo Sol e pela runa Sowelo (Cartomantes de Sara é o site onde trabalho).

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02 de Novembro – Festival de Odin

Odin ou Ódin (em nórdico antigo: Óðinn) é considerado o deus principal da mitologia nórdica atual e também conhecido como “Pai de Todos” e “O enviado do Senhor da Guerra”.

Seu papel, como o de muitos deuses nórdicos, é complexo; é o deus da sabedoria, da guerra e da morte, embora também, em menor escala, da magia, da poesia, da profecia, da vitória e da caça.

Odin morava em Asgard, no palácio de Valaskjálf, que ele construiu para si, e onde se encontra seu trono, o Hliðskjálf, onde podia observar o que acontecia em cada um dos nove mundos. Durante o combate brandia sua lança, chamada Gungnir, e montava seu corcel de oito patas, chamado Sleipnir.

Era filho de Borr e da jotun (“gigante”) Bestla, irmão de Vili e Vé,[2] esposo de Frigg e pai de muitos dos deuses. tais como Thor, Baldr, Vidar e Váli. Na poesia escáldica faz-se referência a ele com diversos kenningar, e um dos que são utilizados para mencioná-lo é Allföðr (“pai de todos”).

Como deus da guerra, era encarregado de enviar suas filhas, as valquírias, para recolher os corpos dos heróis mortos em combate, os einherjar, que se sentam a seu lado no Valhalla de onde preside os banquetes. No fim dos tempos Odin conduzirá os deuses e os homens contra as forças do caos na batalha do fim do mundo, o Ragnarök. Nesta batalha o deus será morto e devorado pelo feroz lobo Fenrir, que será imediatamente morto por Vidar, que, com um pé sobre sua garganta, lhe arrancará a mandíbula.

Etimologia

Os nomes dos deus são encontrados em nórdico arcaico (ou Old Norse) Óðinn (Saxo Grammaticus, latinizando escreve Othinus), no germano Wotan e no primitivo germânico sob a forma de Wodanaz, no gótico, Vôdans, no dialeto das ilhas Feroé (nas costas da Noruega), Ouvin, no antigo saxão, Wuodan, no alto alemão, Wuotan, enquanto que entre os lombardos e na região da Vestefália aparece Guodan ou Gudan, e na Frísia, Wêda. Nos dialetos dos alamanos e borgundos temos a expressão Vut, usada até hoje no sentido de ídolo. Essas denominações estão ligadas pela raiz, no nórdico arcaico, às palavras vada e od, e, no antigo alto alemão, a Watan, Navutan, Wuot, que significavam a princípio razão, memória ou sabedoria. Mais tarde tornaram-se equivalentes a tempestuoso ou violento, sentido que os cristãos faziam empenho de acentuar, procurando depreciar a figura do deus nórdico.

Dia da semana de dedicação

A quarta-feira, dia que é dedicado ao deus, tomou as denominações, no inglês, wednesday (antigo saxão, wôdanes dag, anglo-saxão, vôdnes dag), no holandês, woensdag (médio-neerlandês, woensdach), no sueco e dinamarquês, onsdag (Old Norse, odinsdagr), e no dialeto da Vestefália, godenstag ou gunstag..

Citações na Edda Poética

Na Edda Poética, o maior ciclo é naturalmente o do deus supremo, compreendendo as seguintes baladas: Baldrs Draumar (Os Sonhos de Baldr), Hárbarzljóð (A Balada de Harbard), Vafþrúðnismál (A Balada de Vafthrudnir), Grímnismál (A Balada de Grimnir) e Hávamál (As Máximas de Hár).

Odin se apresenta sob diversos nomes nas baladas édicas, de acordo com as exigências da situação. Sabemos, pela Völuspá (A Profecia da Vidente) e Hyndluljóð (A Balada de Hyndla), que ele é filho de Borr. As elevadas designações de velho criador e pai dos homens, que o poeta anônimo lhe deu em Baldrs Draumar e no Vafþrúðnismál, bem como a informação de que Odin dera o fôlego (Völuspá) a um casal inanimado, não deixa dúvidas sobre uma interferência na criação da humanidade. No Grímnismál há o cognome de príncipe dos homens, na Lokassena (A Altercação de Loki) de pai das batalhas, na Völuspá, de pai dos exércitos, e no Grípisspá (A Profecia de Gripir), de pai da escolha ou pai dos mortos em batalha.
Genealogia

Personalidade

Em linguagem corrente nos países escandinavos e no norte da Alemanha, conforme observa-se entre pessoas cultas, são usadas as expressões zu Odin fahren ou hei Odin zu Gast sein, e far þu til Odin ou Odins eigo þik, citadas também por Jacob Grimm, para imprecações equivalentes a vá para o diabo, ou o diabo que o carregue. É uma tendência malévola que se explica, não só pela ação do cristianismo, mas ainda pelas atitudes violentas e sombrias que o deus tomava, infligindo castigos inflexíveis, como o sono imposto à (valquíria) Brynhild por esta tê-lo desobedecido, e atravessando os ares com seu exército de maus espíritos, nas noites de tempestades, nas chamadas Caçadas Selvagens.

Sobre o Eddas, sabe-se que foram escritos no início da idade das trevas, porém é de conhecimento, que as tradições que a originaram e eram transmitidas oralmente, datam de mais de três mil anos a.C.

Virtudes

O aposto de “pai da magia”, constante do Baldrs Draumar, confirmado no seu próprio depoimento do Hávamál (parte IV), descreve o seu próprio sacrifício: feriu-se com a lança e suspendeu-se numa árvore, onde permaneceu nove dias agitado pelos ventos; esta árvore é Yggdrasill, o freixo do mundo. Tudo isso visando à iniciação na sabedoria das runas, tendo até criado algumas delas, tornando-se senhor do hidromel da poesia, licor mágico que profere vaticínios.

Quanto ao elevado saber de Odin, relata-se que nem sempre foi assim, sábio e mágico poderoso; ávido por conhecer todas as coisas, quis beber da fonte da Sabedoria, onde o freixo Yggdrasill mergulha uma das raízes; mas Mímir, seu tio, o guardião da fonte, sábio e prudente, só lhe concedeu o favor com a condição de que Óðinn lhe desse um de seus olhos. Ele então encontrou na água da fonte milagrosa tanta sabedoria e poderes secretos que pôde, logo que Mímir foi morto na guerra entre os Æsir e os Vanir, lhe conferir a faculdade de renascer pela sabedoria: sua cabeça, embalsamada graças aos cuidados dos deuses, é capaz de responder a todas as perguntas que lhe dirigem. Após adquirir tantos conhecimentos, procurava depois revelá-los em duelos de palavras, em que aposta a vida e sai sempre ganhado. Além do mais, por várias vezes se dirige a profetisas e visionárias, pedindo informações estranhas, dando-lhes em paga ricos presentes.

Cultuação

Desse modo, vemos que Óðinn, na concepção do poeta édico, é criador da humanidade, detentor supremo do conhecimento, das fórmulas mágicas e das runas, invocado por ocasião das batalhas, durante os naufrágios e as doenças, na defesa contra o inimigo, e afinal em qualquer situação desesperadora. Altares se elevavam em sua honra.

Símbolos

Nas baladas da Edda, o deus supremo está em ligação com símbolos, emblemas e certos elementos adequados às diversas circunstâncias em que aparece. Assim, no Valhöll (Valhalla), tem o seu grande palácio onde recebe e aloja os guerreiros mais valorosos, e em outro dos seus três salões em Ásgarðr (Asgard), o alto Valaskjalf, senta-se no trono Hlidskialf, de onde é possível enxergar o mundo inteiro e acompanhar todos os acontecimentos da vida. A seus pés, deitam-se os dois lobos Geri e Freki, símbolos da gulodice, que o acompanham em suas caçadas e lutas, alimentando-se dos cadáveres dos guerreiros. Nos seus ombros estão os dois corvos Munin e Hugin, a sussurrar-lhe o que viram e ouviram por todos os cantos. Quando se encaminha a uma batalha, o que é frequente, usa armadura e elmo de ouro, trazendo nas mãos o escudo e a lança Gungnir, que tem runas gravadas no cabo, montando seu famoso corcel de oito patas, Sleipnir, que tem a faculdade de cavalgar no espaço, por cima das terras e águas.

Disfarces

Em muitas passagens, descrevem-se as andanças de Odin, em que se apresenta sob o disfarce de um viajante baixo e de cabelos escuros, envolvido numa enorme capa azul ou cinza, com um chapéu de abas largas, quebradas acima do olho perdido e o outro olho negro faiscante, como nas baladas édicas Vafþrúðnismál e no Grímnismál, e com os nomes significativos de Gagnrad (o que determina a vitória), Grimnir (o disfarçado), além do Hávalmál (parte III) e nos Baldrs Draumar, respectivamente com os nomes Hár (o elevado, o eminente, o sublime) e Vegtam (o acostumado aos caminhos).

Fonte: https://www.facebook.com/CulturaPagan/posts/916840701743889:0

Obs: Na minha opinião dizer que Odin fez o sacrifício visando a iniciação às runas é tendencioso.

Baldur – Surgimento

Balder (2)SURGIMENTO

Baldur era considerado um deus misterioso, enigmático e pouco se sabe a cerca de seu mito. Ele era filho de Odin e Frigga. Marido de Nanna e pai Forseti. Era amado por praticamente todos.

Baldur constantemente tinha sonhos com sua morte, isto fez com que sua mãe fosse a cada ser existente, e fez com que cada um deles prometesse não fazer mal a seu filho. Porém, Frigga havia se esquecido de um ser, o visco. Loki descobriu e criou uma flecha com a planta. Esta flecha foi utilizada por Hodur, irmão de Baldur, que era cego. Ele foi influenciado por Loki em um dos festivais onde os Deuses se reuniam para atirar flechas em Baldur. Afinal de contas, ele não morria. Mas ao ser atingido pela flecha de visco, Baldur acabou morrendo. Isto causou uma grande tristeza em todos os Deuses.

A pedido de Frigga, o deus Hermond foi até o Hel, tentar trazer Baldur de volta. Hel concordou, mas com a condição que todos em Asgard deveriam chorar a morte do deus branco. Porém uma velha chamada Thokk, recusou-se a chorar e então Baldur não pode regressa a Asgard. Mais tarde os Aesir vieram a descobrir que tudo não passou de um plano arquitetado por Loki, e isto os enfureceu muito, e após várias tentativas eles finalmente conseguiram prender o Deus travesso, e assim ele permaneceu até o Ragnarok, onde se libertará e liderará o exército de gigantes contra os Deuses.

Balder (3)FIGURA MITOLÓGICA E O CULTO

Não há informações sobre um culto organizado ao Baldur, só o que se sabe é que sua importância seria a morte e ressurreição após o Ragnarock para liderar os novos Deuses em uma nova era.

Existem muitas variações dos atributos de Baldur. Alguns o colocam como o Deus da vegetação, outros como o Deus solar, e até como mensageiro da “idade de ouro” que surgirá após a purificação do ragnarok.

REPRESENTAÇÃO
Baldur era representado como sendo um jovem esguio, loiro de olhos azuis, carregando consigo um escudo dourado e irradiava bondade e harmonia a sua volta e era amado por todos os deuses como já dito.

A Baldur estão associados às runas: Wunjo, Raidho, Sowilo, Dagaz.

Seus símbolos são: Luz, brilho, beleza, cavalo, escudo, roda solar, barco, pira funerária, anel.

BIBLIOGRAFIA:
Snorri Sturlson, Prosa Edda escrito por volta de 1200 DC.
Mirella Faur, Mistérios Nórdicos, Editora Pensamento ISBN: 9788531514937
Dicionário da Mitologia Germânica.

Fonte: http://www.espiraistempo.com.br/2012/05/mitologia-nordica-o-deus-baldur-o.html